26
Jan 10

r às 11:55

23
Dez 09

Já estão à venda os bilhetes para o Jogo contra a Pobreza, que este ano coloca os amigos de Ronaldo e Zidane frente a uma equipa do Benfica, no Estádio da Luz. O encontro, organizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e pela Fundação Benfica, está marcado para 25 de Janeiro.

 

Os bilhetes para o VII Jogo Contra a Pobreza estão à venda por 10 euros, para sócios e não sócios do Benfica. Os sócios Fundadores e Centenarium necessitam do bilhete de época 2009/2010 para assistir ao encontro, já os sócios detentores de Lugar Vitalício não precisam de levantar bilhete, devem entrar no Estádio com o seu cartão.

 

Este programa da ONU, subscrito por 192 Estados-membros e 23 organizações internacionais, tem o compromisso de, até 2015, reduzir a pobreza extrema, as taxas de mortalidade infantil e o combate à SIDA.

r às 13:09

10
Dez 09

A Fundação Benfica e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) vão promover a 7.ª edição do Jogo Contra a Pobreza, dia 25 de Janeiro, no estádio da Luz, Lisboa, disse hoje à Lusa fonte da organização.

 

O brasileiro Ronaldo, avançado do Corinthians, e o ex-capitão da selecção francesa Zinedine Zidane vão subir ao relvado do estádio da Luz para defrontarem a equipa do Benfica All Stars composta  por jogadores do actual plantel profissional e antigos futebolistas que "mantêm fortes ligações ao clube e com os adeptos", adiantou a mesma fonte.

 

Esta será a primeira vez que as Nações Unidas se associem directamente a um clube de futebol para a realização do Jogo Contra a Pobreza, esclareceu.

r às 11:02

20
Nov 09

Felizmente existem bons exemplos e boas práticas no que respeita ao cumprimento dos direitos das crianças, mas como hoje é dia Internacional dos direitos das crianças, ao invés de deixar um bom exemplo, deixo um exemplo trágico e que merece muita e cuidada reflexão.

 

 

«Em pleno século XXI assistimos a uma das situações mais vergonhosas de nosso tempo: a escravidão infantil. Guerras, prostituição, exploração trabalhista, fome, maus-tratos: este é o panorama quotidiano de mais de 400 milhões de crianças no mundo», diz um comunicado do Movimento Cultural Cristão (MCC), junto de outras duas organizações espanholas de inspiração cristã, que pedem que se declare o 16 de Abril como «Dia Mundial contra a Escravidão Infantil».
 
Segundo a nota, «as crianças representam mais de 10 por cento do potencial da mão-de-obra mundial, estimada em cerca de três mil milhões de pessoas». «A escravidão infantil é o maior problema trabalhista e, portanto, sindical no mundo», afirmam.
 
De acordo com estas organizações, a escravidão infantil «converteu-se em um instrumento da guerra comercial internacional». «As crianças e adolescentes formam o grupo trabalhista mais vulnerável e desprotegido.
 
Poderosas empresas multinacionais conhecidas em todo o mundo, com produções que vão desde os automóveis e roupa de grande consumo até refrigerantes e ténis desportivos, utilizam as crianças, mediante subcontratações nos países empobrecidos, para diminuir os custos de uma mercadoria que será comercializada em outras localidades e que esses menores nunca poderão usufruir», referem.
 
A data escolhida está relacionada a morte do menino paquistanês Iqbal Masih. O rapaz, de apenas 12 anos, havia denunciado as máfias têxteis do Paquistão e por isso foi assassinado a 16 de Abril de 1995. Iqbal era cristão e trabalhou como escravo desde os quatro anos para as máfias têxteis de seu país. Junto com outros meninos, conseguiu a liberdade, e começou uma luta associada para a libertação de milhões de crianças escravas que existem no mundo.
O feito levou-o ao reconhecimento internacional, quando discursou diante de parlamentos e universidades da América do Norte e da Europa, sempre a denunciar a responsabilidade que os habitantes do Norte do planeta têm na miséria infantil do Sul.
 
O Movimento Cultural Cristão recorda que a morte de Iqbal Masih manifestou diante do mundo a realidade dramática de cerca de 400 milhões de crianças que vivem sob as mais diversas formas de escravidão.
r às 12:06

16
Out 09

 

 

Contra a pobreza!

Foto@EPA/Martial Trezzini

Cerca de 1500 pessoas juntam-se numa acção de sensibilização para o combate à pobreza em todo o mundo. A foto foi tirada na sede da Organização Internacional do Trabalho, em Genebra, na Suíça.

 

r às 15:23
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09
Jul 09

 

Veremos o que dirá daqui a uma semana…
 
A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, afirmou hoje que quer fazer "transformações profundas" em clima de consenso, mas quanto às medidas sociais disse concordar com as que foram anunciadas por este Governo.

 

É que há dias disse precisamente o contrário.
r às 14:57

11
Mar 09

Decorreu ontem, no Centro de Juventude  da Amadora, na freguesia da Brandoa, a apresentação dos projectos finalistas do Amadora Empreende 2008.

Ideias de negócio tão distintas como a organização de eventos, a análise microbiológica alimentar, arquitectura, comunicação empresarial e limpezas industriais, entre outros, começam agora a percorrer o seu caminho, após um processo de formação, captação de investimento e aquisição de know-how.

Com a presença da Fundação Calouste Gulbenkian, do ISCTE e do Dolce Vita Tejo, entidades parceiras neste projecto pioneiro em Portugal, o Presidente da Câmara Municipal da Amadora, Joaquim Moreira Raposo, salientou a coragem destes empreendedores, em tempo de crise, realçando que “existe aqui material humano para vingar”. O representante da Autarquia não deixou ainda de apontar a importância das parcerias estabelecidas, condição essencial para o bom desenvolvimento desta iniciativa. “Mais apoios houvesse, e, muito provavelmente, mais projectos estaríamos aqui hoje a apoiar”, destacou no final.

As inscrições para o Amadora Empreende 2009 estão já abertas e decorrem até ao próximo dia 29 de Maio.

Para mais informações acerca dos projectos vencedores, bem como do projecto, consulte o site
www.amadora-empreende.net.
 

r às 14:06

12
Fev 09

 

O Governo aprovou hoje o aumento da licença parental para seis meses, subsidiando com 83 por cento do salário bruto, mas que atingirá 100 cento se a licença for de cinco meses partilhada por pai e mãe.

 

Em conferência de imprensa, no final do Conselho de Ministros, o titular das pastas do Trabalho e da Solidariedade Social, Vieira da Silva, frisou que o novo regime de protecção social na parentalidade "cumpre o estabelecido no acordo tripartido em sede de concertação social.

"Procede-se ao aumento do período de licença parental para seis meses subsidiados a 83 por cento ou cinco meses a 100 por cento na situação de partilha da licença entre mãe e pai, em que este goze um período de 30 dias ou dois períodos de 15 dias em exclusividade", lê-se no comunicado do Conselho de Ministros.

Actualmente, o subsídio por maternidade, paternidade e adopção apenas prevê o pagamento de 120 dias (4 meses) a 100 por cento ou 150 dias (5 meses) a 80 por cento.
 
Aqui está uma boa notícia e importante do ponto de vista social… já era tempo de ser implementada e Portugal ir acompanhando os restantes parceiros Europeus, nesta temática.
 
Endereço daqui os meus parabéns ao Governo por esta medida.
r às 16:09

18
Dez 08

 Ainda é muito pouco, mas honra seja feita ao governo , que conseguiu nos últimos anos aumentar significativamente o Salário Mínimo Nacional...

  

O decreto-lei entra em vigor a 1 de Janeiro e dá cumprimento ao acordo tripartido assinado em Dezembro de 2006 na Concertação Social, que estipulou que o salário mínimo nacional seria fixado em 403 euros, em 2007, atingir o valor de 450 euros em 2009 e os 500 euros em 2011.

 

«Estima-se que o impacte da evolução desta [RMMG] não revele constrangimentos significativos para a actividade económica e o emprego na sua globalidade», lê-se no documento.

 

O decreto-lei prevê ainda a «promoção de iniciativas e medidas que possam apoiar sectores, regiões e empresas onde esse impacte se faça sentir de forma moderada».

 

O respeito pelo acordo entre os parceiros sociais esteve em causa durante as negociações na Concertação Social, com a Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) contra este aumento, alegando que em 2006 «os pressupostos eram outros» e que hoje as empresas estão confrontadas com a crise financeira internacional e uma perspectiva de estagnação da economia portuguesa em 2009.

 

Esta posição do patronato foi, no entanto, contestada pelas centrais sindicais e pelo Governo.

 

De acordo com os dados do Governo, o salário mínimo atinge actualmente 4,5 por cento da população activa, estimada em mais de cinco milhões de pessoas.

 

r às 17:53

28
Jul 08

AGORA, QUE ESTÁ OUTRA VEZ NA ORDEM DO DIA A QUESTÃO DO RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO, REPUBLICO O MEU POST DE 27 DE NOVEMBRO DE 2007....

  

RENDIMENTO SOCIAL DE QUÊ?????

  

Quando à alguns anos, no Governo do Sr. Eng. António Guterres, foi aprovada a Proposta de Lei do Rendimento Mínimo Garantido, entretanto alterada, a denominação, para Rendimento Social de Inserção, eu fui um daqueles que aplaudi a medida…. Confesso!

 

 No entanto e, em tese, concordando ainda hoje com a medida, tenho agora uma leitura bem diferente da mesma.

  

Senão vejamos: o que significa Rendimento Social de Inserção???? Então não será uma ajuda do Estado, (TEMPORÁRIA), para aquelas pessoas que por infelicidade ou vicissitudes da vida, necessitem dela até se recomporem ou estabilizarem a sua vida????? Parece-me que sim!!!

  

Pese embora o exposto, o RSI não tem carácter temporário. Mas devia ter!!!

  

Devia ter porque, não tendo qualquer limite temporal, permite que as pessoas que o recebem se acomodem à situação e não resolvam a sua situação precária à época em que o solicitaram, ainda para mais, sabendo que os ordenados em Portugal não são, em regra, muito apelativos…. Logo, mais vale receber um pouco menos e não trabalhar do que, à contrário, lá ter de trabalhar…….

 

Fica um contributo a quem de direito: Reformem o RSI, coloquem-lhe um limite temporal de 2 ou 3 anos no máximo, e vão ver que as pessoas se INSEREM mais rapidamente e passam a contribuir para o desenvolvimento do País…..

 

(NOTÍCIA TSF)

 

Em 2006, o Estado foi burlado por uma em cada seis famílias que recebiam o Rendimento Social de Inserção, o antigo rendimento mínimo garantido. Os números constam de um relatório elaborado pelo próprio Ministério da Solidariedade Social.
 

O documento mostra que em 2006 houve cerca de 24 mil acções de fiscalização. Neste âmbito, foram detectados mais de quatro mil casos de fraude, burlas que implicam o fim dos contratos com as famílias que afinal não eram carenciadas.

Fonte do Ministério de Vieira da Silva garantiu ao jornal «24 horas» que não há uma fraude padrão, uma vez que o Rendimento Social de Inserção é um contrato individual analisado e decidido caso a caso.

 

A quebra das principais condições para receber o subsídio, como a alteração não declarada da situação sócio-económica é considerada fraude.

 

Em Junho deste ano eram mais de 120 mil, as famílias que recebiam o Rendimento Social de Inserção, tendo no primeiro semestre custado ao Estado mais de 200 milhões de euros.

 

O Ministério não tem contabilizados os casos de fraude ocorridos em 2007.

Contactado esta manhã pela TSF, o gabinete do ministro Vieira da Silva garante que todos os casos de fraude detectados em 2006 foram de imediato suspensos.

 

r às 15:34

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