25
Set 09

 

 

" QUANTO MAIS A LUTA AQUECE,

MAIS FORÇA TEM O PS"

 

INDEPENDENTEMENTE DA SUA ESCOLHA VOTE, NÃO DEIXE QUE DECIDAM POR SI...

r às 17:48

23
Set 09

 

 

 

SEM COMENTÁRIOS... 

 

 

r às 19:32

17
Set 09

r às 16:17

16
Set 09

 Combate  aos efeitos da crise económica mundial

 ·    O desenho da estratégia de combate aos efeitos da crise assente em cinco pilares fundamentais: estabilização do sistema financeiro; aumento do investimento público e dinamização do investimento privado; apoio às empresas; apoio ao emprego e protecção das famílias.

 ·    Estabilização do sistema financeiro. Garantia pública de todos os depósitos; sistema de garantias públicas para o crédito interbancário, no valor de 20.000 M€, depois adoptado no plano europeu e que conduziu à descida da taxa Euribor; disponibilização de 4.000 M€ para assegurar, se necessário, a aquisição pelo Estado de acções preferenciais no âmbito de operações de recapitalização do sistema bancário português; nacionalização do BPN, prevenindo riscos sistémicos, e apoio à operação financeira para garantir os depósitos, e só os depósitos, do BPP.

·    Aumento e antecipação de Investimento Público.

 Modernizando as escolas: requalificação de uma centena de escolas secundárias (800 M€) e recuperação das 50 escolas básicas de 2.º e 3.º ciclo mais degradadas, em parceria com as autarquias locais (175 M€). Através da mobilização antecipada de fundos do QREN, apoiamos as obras de construção de 440 centros escolares. E, excepcionalmente em 2009, apoio significativo ao investimento nas redes de banda larga de nova geração, a instalação doméstica de painéis solares e o investimento privado na agricultura e na agro-indústria. Está também em curso um programa de modernização de equipamentos sociais e de saúde.

·    Apoio às empresas. Até Fev-2009, o programa de regularização das dívidas do Estado, Regiões Autónomas e Autarquias Locais pagou 1.400 M€. Até Maio de 2009, as linhas de crédito do Programa PME Investe disponibilizaram mais de 2,9 mil M€, a 28 mil empresas. Reforço do seguro de crédito à exportação (PME Segura) e apoio à capitalização e reestruturação das PME’s (PME Consolida, 415 M€). Até Maio-2009, 4 programas de apoio a sectores económicos estratégicos: ao sector automóvel (165 empresas, 120 M€); ao sector dos têxteis, calçado e vestuário (1.544 empresas, 435 M€); ao sector da cortiça (160 empresas, 38 M€); ao sector da madeira e do mobiliário (860 empresas, 215 M€). Antecipação dos pagamentos do QREN.

 

r às 16:05

 O impulso reformista e modernizador do Partido Socialista

 Promoção da eficiência energética e das energias renováveis

 ·    Aposta no desenvolvimento das energias renováveis. A eficiência energética e o desenvolvimento das energias renováveis contribuem para a redução do endividamento externo. Em 2008, 43% da electricidade produzida em Portugal foi obtida a partir de fontes renováveis (3.º país no ranking europeu). O Plano Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico definiu a localização de 10 novas barragens (objectivo: 7.000 MW de potência instalada). Em quatro anos multiplicou-se por cinco a potência eólica em operação (entre os cinco países europeus com maior potência eólica instalada, 2.740 MW no final de 2008).

Foram concedidas 10 licenças para estabelecimentos de utilização de energia solar. Portugal tem a maior central solar fotovoltaica do mundo. Desde Setembro de 2008, temos em funcionamento o primeiro parque mundial de produção, em regime pré-comercial, de energia a partir das ondas. Licenciámos 28 centrais de biomassa.

·    Promoção da eficiência energética. Com o programa de apoio excepcional, em 2009, à instalação de painéis solares térmicos em habitações particulares (Junho 2009: 7.000 painéis). Com o programa de eficiência energética dos edifícios públicos. Distribuindo gratuitamente, a famílias mais carenciadas, cerca de dois milhões de lâmpadas eficientes.

r às 15:45

13
Set 09

  

Depois de lida a imprensa diária, com blogues incluídos, naturalmente, esta alinha num empate entre Sócrates e ferreira leite.

 

Só o correio da manhã destoa dos demais e atribui, com base em inquéritos telefónicos realizados após o debate, uma vitória clara a José Sócrates. Posição que partilho.

 

Para mim, Sócrates foi claramente superior e ganhou o debate, mas é uma opinião própria que não pretende fazer doutrina.

 

Só não percebi o apelo Nacionalista de Ferreira Leite, quando estamos há anos na União Europeia, quando esta decide muito da nossa vida, nas mais diversas áreas, o que achará Ferreira Leite da UE???

 

Será contra??? Ou foi só mais um exemplo da política de verdade de caça ao voto da direita e extrema-direita???

 

Já agora, leiam o que diz o El Pais: El AVE español enfrenta a los dos principales candidatos en Portugal

 

r às 13:12

11
Set 09

 

 

 

Tão amigos que eles são....

 

Gostei especialmente daquela... " mas foi para o Algarve, seu maroto..."

 

se quisermos especular, podemos dizer que Sócrates, com 2 ou 3 piadas antes do debate, conseguiu condicionar Louçã (férias e moura guedes)... 

r às 11:03

17
Ago 09

 

O impulso reformista e modernizador do Partido Socialista

 Modernização da economia

 
·   Entre 2005 e a eclosão da crise mundial, a economia portuguesa retomou a trajectória de crescimento, assente no aumento das exportações.
 
·   O Proder, Plano de Desenvolvimento Rural, disponibiliza 4,1 mil M€ a aplicar até 2015 (mais 600 M€ relativamente ao anterior quadro comunitário). Em Junho de 2009, a taxa de execução do Proder estava em linha com a média comunitária, e acima da de países como a Espanha e a Itália.
 
·   Valorização dos recursos próprios de Portugal e promoção da cooperação entre os actores económicos. Com o programa nacional de barragens e o apoio às unidades de produção de energia eólica, solar e das ondas. Aposta na atracção de investimento turístico de qualidade: entre 2004 e 2008, as receitas do turismo subiram 21%, posicionando Portugal no 17.º lugar no ranking mundial do sector de viagens e turismo. Foram criadas ainda as Zonas de Intervenção Florestal; definida a Estratégia Nacional para o Sector da Pesca, com o Promar; e criados os Programas de Valorização Económica dos Recursos Endógenos (Provere).
 
·   Modernização da legislação laboral. O novo Código do Trabalho incentiva a contratação sem termo e penaliza a contratação a termo. Combate aos falsos recibos verdes. Favorece a negociação colectiva. Promove as formas de conciliação entre vida profissional e vida familiar, aumentando os direitos das famílias com filhos. Cria novos instrumentos de adaptabilidade interna das empresas, como os bancos de horas e a concentração de horários, para, mediante acordo dos trabalhadores, adequarem a sua actividade às oscilações conjunturais dos mercados em que operam.
r às 16:30

12
Ago 09

 O impulso reformista e modernizador do Partido Socialista

 infra-estruturas de transportes e comunicações

 ·    Relançamento de grandes projectos de investimento. Decidiu-se localizar o novo aeroporto internacional de Lisboa no campo de tiro de Alcochete. Estabeleceram-se como prioritárias as linhas de alta velocidade Lisboa-Madrid, Lisboa-Porto e Porto-Vigo. Decidiu-se ainda a construção da terceira travessia do Tejo, com valência rodo-ferroviária, no corredor Chelas-Barreiro.

·    Avanço na construção e manutenção de estradas, concretizando o Plano Rodoviário Nacional. Foram concluídas ou qualificadas, entre outras, as Concessões Beira Litoral e Alta, Interior Norte, Grande Porto, Norte Litoral e Litoral Centro, o Eixo Norte-Sul e alargado o IC 19. Está prestes a concluir-se o fecho da CRIL. Lançamento de mais nove subconcessões rodoviárias: Túnel do Marão, Auto-Estrada Transmontana, Douro Interior, Baixo Tejo, Baixo Alentejo, Litoral Oeste e Algarve Litoral.

·    Modernização da rede ferroviária. Prosseguiu a modernização da Linha do Norte, incluindo o rebaixamento da via férrea no atravessamento da cidade de Espinho. Concluiu-se a modernização da Linha da Beira Baixa, até Castelo Branco, e iniciámos a sua modernização até à Covilhã. Foi concluída a renovação integral de via do troço Casa Branca-Évora e iniciou-se a construção da variante de Alcácer, na Linha do Sul. Conclusão da construção da ligação ferroviária à Siderurgia Nacional e inicio da construção da ligação entre o porto de Aveiro e a linha do Norte. Foram suprimidas e reclassificadas, respectivamente, 265 e 267 passagens de nível, até ao final de 2008.

 ·    Desenvolvimento dos transportes públicos das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto. Entraram em exploração mais 44 Km. da rede do Metro do Porto e foi adjudicada a nova linha para Gondomar. Foi concluída a extensão do Metro de Lisboa até Santa Apolónia. Foram Lançádas as extensões da Linha Azul até à Reboleira (agora até ao hospital da Amadora) e da Linha Vermelha até ao Aeroporto. Será concluída, no verão de 2009, a extensão da Linha Vermelha, entre a Alameda e S. Sebastião. Entrou em funcionamento o Metro Sul do Tejo. Inicio da construção da variante ferroviária da Trofa, que concluirá a modernização da Linha do Minho, melhorando o serviço ferroviário urbano do Porto a Braga e Guimarães.

·    Promoção da competitividade dos portos portugueses e desenvolvemos o sistema logístico. Foram Dotádos os portos nacionais de melhores infra-estruturas e acessibilidades marítimas e terrestres, nomeadamente os de Leixões, Lisboa, Sines, e foi criada a rede nacional de plataformas logísticas (12 plataformas e dois centros de carga aérea).

·    Promovemos a modernização das infra-estruturas aeroportuárias. Foram concluídas as obras de expansão do Aeroporto Sá Carneiro. Foi concluído o Terminal 2 do Aeroporto de Lisboa. Lançamento da construção do Aeroporto de Beja. Lançamento do plano de desenvolvimento e expansão do Aeroporto de Faro.

·    Promoção e modernização das infra-estruturas tecnológicas de informação e comunicação. Foram Lançádas as redes de banda larga de nova geração e sua universalização a todo o território continental com acesso à Internet em banda larga. Passámos de 930.000 clientes de banda larga para quatro milhões (acesso fixo e móvel), designadamente através dos programas e-escola e e-escolinha. Foi concluído o concurso e foram atribuídas as licenças para a Televisão Digital Terrestre.

 
r às 12:19

 

Artigo de Mário Soares no DN de ontem – 11 agosto2009
 
1. Julgo que Manuela Ferreira Leite, com a escolha autoritária que fez relativamente aos candidatos a deputados do seu partido, cometeu um erro irreparável e inesperado. Erro que pode ter mudado, pelas reacções que provocou e provocará, tanto no partido como no eleitorado, tendo em conta as próximas eleições legislativas. Criou um indisfarçável mal-estar no partido, com repercussões muito sérias, que contribuirão, necessariamente, para a perda do entusiasmo ganho (e um tanto exagerado) com os resultados das eleições europeias. Por outro lado, demonstrou, a grande parte do eleitorado, que a actual líder laranja não tem senso político, flexibilidade, nem um rumo seguro para Portugal, como se julgava, principalmente tendo em conta as suas pretensões de vir a governar o País, em tempo de crise aguda e quando existe, comprovadamente, uma maioria sociológica de esquerda, embora, de momento, dividida.
 
Dirigentes reconhecidos do partido laranja - e com experiência política -, como Marques Mendes, Marcelo Rebelo de Sousa, Ângelo Correia, Azevedo Soares, Ribau Esteves e, mais moderado, Luís Filipe Menezes, para não falar dos excluídos, como Passos Coelho, Miguel Relvas, Barreiras Duarte, Pedro Pinto e Virgílio Costa, não pouparam críticas à líder, a quem acusaram de sectarismo, de se julgar "dona" do partido e de proteger amigos pouco recomendáveis, como sugere a comunicação social, a respeito de António Preto, "o homem da mala" ou, noutro patamar, menos grave, Helena Lopes da Costa. Santana Lopes também não deve ter gostado nada das escolhas da sua ex-rival Ferreira Leite, apesar de ter tido a prudência de não o dizer claramente. Sobretudo ao meter na lista do PSD por Lisboa Maria José Nogueira Pinto (ex-CDS/PP), apoiante declarada de António Costa, candidato do PS à Câmara de Lisboa, um exemplo raríssimo de tripartidarismo que vai seguramente ficar nos anais das relações interpartidárias, pela sua extraordinária versatilidade...
 
Artigo de João Miguel Tavares no DN de ontem – 11 agosto2009
 
Até há coisa de dois anos eu estava convencido de que iria votar em José Sócrates nas eleições legislativas. Não o achava brilhante, mas parecia-me esforçado e com um desejo genuíno de reformar o País em áreas fundamentais. Mas com a acumulação dos vários "casos" tornou-se demasiado evidente que o escrutínio do poder e o exercício da liberdade de imprensa lhe causavam alergia. Sócrates - como ainda há pouco explicou num encontro com bloggers - é um adepto da "liberdade respeitosa", e eu não posso votar em quem cola adjectivos duvidosos à palavra liberdade ou que necessita de um dermatologista sempre que contacta com certos pilares fundamentais da democracia.
Depois, Manuela Ferreira Leite foi eleita. Era uma senhora de quem eu guardava boa impressão, e pensei: "OK, vou votar nela." Mas os primeiros meses à frente do PSD foram um filme de terror capaz de fazer empalidecer as melhores fitas de John Carpenter: primeiro, um silêncio interminável; depois, um conjunto de ideias banalíssimas saídas da Universidade de Verão; finalmente, uma colecção de gaffes que pareciam retiradas de um sketch dos Gato Fedorento. E eu pensei para com os meus botões: "Votar nesta Manuela? É que nem pensar."
 
Apetece gritar " Cala-te Manuela!!!"

 

r às 11:02

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