24
Fev 10

 

r às 16:20

31
Mar 09

 

 O escritório da advogada de Zeferino Boal, autor da carta anónima que esteve na origem do caso Freeport, foi assaltado…
 
"Há muito assaltos em Albufeira e, aparentemente, este não tem ligação ao Freeport. As pastas do processo estão intactas, mas levaram o computador portátil com documentação", adiantou Ana Santinho à Lusa. 
 
Só falta agora alguma Comunicação social dizer que isto foi obra do Sr. Primeiro-Ministro….
r às 12:44

19
Fev 09

 

Artigo de opinião de Rui Rangel, Juiz desembargador, publicado no Correio da Manhã, de 18 de Fevereiro de 2009…
 
Considerei este texto extremamente interessante, pelo que, aqui deixo dois parágrafos para reflexão…
 
“Ninguém nega que a Comunicação Social vive tempos difíceis, de credibilidade, de afirmação, de rigor e de independência. Hoje temos jornalistas amordaçados pelo medo. E temos jornalistas que estão na bolsa de valores, que se vendem ou deixam comprar, hipotecando no mercado de interesses a sua carteira profissional. Mas daí a dizer-se que são os culpados das crises, culpados, por exemplo, do chamado caso Freeport, por destilarem notícias que não são verdadeiras, é carga a mais para os seus ombros. Ou dizer-se que são todos assim é, no mínimo, injusto e pouco sério.”
 
“Nunca alinhando nas teses da cabala e das campanhas negras, pode dizer-se, de um modo geral, que a Comunicação Social andou bem e que até fez algum trabalho de investigação. O mesmo não aconteceu com o jornal ‘Público’, com as velhas guerras contra Sócrates, que mancham a sua isenção e credibilidade e com a TVI do casal Moniz. O que a TVI e Manuela Moura Guedes têm feito, no jornal das sextas-feiras, é perseguição pura e dura a Sócrates, não é jornalismo. O casal Moniz serve-se deste órgão de Comunicação Social poderoso para fazer campanha política. É arrepiante o que se passa às sextas-feiras nesta estação, com as peças montadas e articuladas ao sabor dos comentários da pivô do jornal.
 
Este jornal da TVI está transformado numa máquina para triturar Sócrates e para assassinar o seu carácter, sem respeito pelas garantias básicas deste cidadão, que também tem direito ao seu bom-nome. Sem prejuízo da veracidade dos factos sobre o caso Freeport, a informação não pode ser feita a qualquer preço.”
 
Para ler o texto completo clique aqui
r às 12:39

30
Jan 09

 

Retirado, com a devida vénia, do Blogue “ O Melhor da Amadora são as Pessoas”, com referência ao Blogue “ Câmara Corporativa” 

 

"Perante o estado de descontrolo emocional de Pacheco Pereira, hesitei em escrever este post. Há sempre o risco de o filósofo da Marmeleira se vitimizar, invocando uma qualquer crise existencial, e depois os seus leitores ainda me crucificam se o autor do Abrupto for obrigado a uma cura de sono. Em todo o caso, arrisco.

Pacheco Pereira condescende que o processo Freeport teve início com uma conspiração:

Veio a provar-se em tribunal que esta “campanhazinha negra”, discutida nos “encontros da Areosa”, teve início com uma carta anónima elaborada por Zeferino Boal, candidato do CDS à presidência da Câmara de Alcochete e distinto representante do CDS no STAPE.

Foi com base nessa “denúncia anónima” que a Polícia Judiciária se pôs a investigar e enviou, em 2005, para as autoridades inglesas uma carta rogatória, cuja resposta chegou agora (segundo se diz no comunicado da PGR):

    “Os alegados factos que a Polícia inglesa utiliza para colocar sob investigação cidadãos portugueses são aqueles que lhe foram transmitidos em 2005 com base numa denúncia anónima, numa fase embrionária da investigação, contendo hipóteses que até hoje não foi possível confirmar, pelo que não há suspeitas fundadas.”

A gritaria a que se assiste tem, portanto, por base uma “denúncia anónima”, com origem na maquinação congeminada nas vésperas das eleições legislativas em que Santana Lopes e Paulo Portas sofreram uma pesada derrota.

Ora é precisamente essa “denúncia anónima”, que esteve na base da “campanhazinha negra”, que agora serve a Pacheco (e a outros muchachos) para lançar e alimentar a campanha negra em curso.

Quando se esperaria que Pacheco Pereira denunciasse este remake da “campanhazinha negra”, o filósofo da Marmeleira opta por rosnar às canelas da vítima. Quando se esperaria que a direcção do PSD apontasse o dedo àqueles que, no seu seio, designadamente no grupo parlamentar, colaboraram nesta moscambilha, assiste-se a um silêncio cúmplice com os Karl Roves de trazer por casa.

PS — Há um pormenor desactualizado no comunicado da PGR: foi identificado em tribunal o autor da denúncia, pelo que, em rigor, já não se pode falar em denúncia anónima. Ela teve um rosto e propósitos precisos."

 

Mais comentários, para quê????

 

 NO PÚBLICO DE HOJE: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1358069&idCanal=12

r às 12:11

29
Jan 09

 

A Procuradoria Geral da República emitiu um comunicado sobre o caso Freeport e esclarece que a carta rogatória inglesa que recebeu a 19 de Janeiro "não contém nenhum facto juridicamente relevante" para a investigação do caso Freeport, reiterando que não há arguidos ou suspeitos no processo.

"A carta rogatória inglesa não contém nenhum facto juridicamente relevante que acresça aos factos conhecidos e investigados pelas autoridades portuguesas, nem contém nenhum elemento probatório considerado válido e que justifique uma alteração da posição tomada nos comunicados anteriores", esclarece a PGR num nota enviada à Lusa.
 
Consulte aqui o comunidado da PGR
 
Escrevo eu: Ora bolas dirão agora os profetas da desgraça….
 
Ainda hoje o Primeiro Ministro fará uma comunicação ao País sobre o assunto...

 

r às 14:43

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