16
Dez 09

 

 

Bastonário critica sindicatos de juízes;

 

Jaime Ramos chama "vadio" e "drogado" a deputado do...

 

Poucos avanços em Copenhaga depois de noite de negociações;

 

Face Oculta: defesa de Armando Vara requer levantamento do segredo de Justiça;

 

1 X 2. Com três sílabas apenas se escreve a palavra clássico;

 

As fotos que contam a história de 2009;

 

Imagens que estão a marcar o dia;

 

Governo aprova amanhã casamento homossexual

 

r às 10:41

11
Dez 09

A primeira proposta de documento final da Cimeira de Copenhaga propõe que os países desenvolvidos reduzam as suas emissões de gases com efeito de estufa em 25% a 40% até 2020, por comparação com os valores de 1990.

Clique para ler mais sobre a CIMEIRA DE COPENHAGA

 

Esta é uma meta bastante superior aos 13% a 19% que as ONG presentes na cimeira estimaram que os países desenvolvidos já tinham colocado na mesa das negociações, com base em cálculos feitos pela consultora Ecofys e pela organização Climate Analytics.

Segundo o vice-presidente da Quercus, a única ONG portuguesa do ambiente presente em Copenhaga, se a estes valores se juntassem "os créditos de emissão da floresta, tal como estão a ser negociados na cimeira, as metas desciam para 8% a 12%"

Mas adicionando ainda "os direitos de emissão não usados por vários países que serão transferidos para depois de 2012, esses valores caíam apenas 2%, ou poderiam mesmo subir 4% até 2020", acrescenta Francisco Ferreira.

O dirigente da Quercus salienta que "o planeta arriscava-se a enfrentar um aumento de 3,5 graus centígrados nas temperaturas globais até 2100, e não de dois graus como se pretende".

Nível das temperaturas continua em aberto

A primeira versão do documento final agora em discussão em Copenhaga deixa, no entanto, em aberto a definição dos objectivos precisos para limitar o aumento das temperaturas globais, devido às divergências existentes entre os vários blocos de países.

A questão da temperatura esteve na origem das primeiras divergências entre os países em desenvolvimento, com os estados-ilha e os países mais pobres de África e da América Latina a exigirem metas mais apertadas para a redução das emissões, de modo a que as temperaturas globais não subam mais do que 1,5 graus centígrados.

Acima deste limite vários estados-ilha poderão ficar inundados. As grandes economias emergentes, como a China, Índia, Brasil ou África do Sul, não concordam com estas restrições, porque o seu crescimento poderá ficar comprometido.

E os países ricos já tinham acordado na meta dos dois graus centígrados no passado mês de Julho. Mas a generalidade das ONG defende o objectivo de 1,5 graus, o que implica limitar as emissões a 350 ppm (partes por milhão em volume de ar), e não a 450 ppm, como tem sido proposto pelos países desenvolvidos e pelas grandes economias emergentes.

r às 17:01

07
Dez 09


O Jornal Público foi convidado para esta iniciativa pelo diário britânico The Guardian, que tornou este projecto global real, com o objectivo de consolidar uma só voz, forte e unida na urgência de alertar para a necessidade de um Acordo forte em Copenhaga, que enfrente de vez as alterações climáticas.

"É dentro desse espírito que 56 jornais de todo o mundo se uniram sob este editorial. Se nós, com tão diferentes perspectivas nacionais e políticas, conseguimos concordar sobre o que deve ser feito, então certamente os nossos líderes também o conseguirão", lê-se no editorial de hoje do Jornal Público.

Lista de Jornais aderentes: “Süddeutsche Zeitung” - Alemanha,“Gazeta Wyborcza” – Polónia,“Der Standard” - Áustria,“Delo” - Eslovénia,“Vecer” – Eslovénia,“Dagbladet Information” - Dinamarca,“Politiken” - Dinamarca,“Dagbladet” - Noruega,“The Guardian” – Reino Unido,“Le Monde” - França,“Liberation” - França,“La Reppublica” - Itália,“El Pais” - Espanha,“De Volkskrant” – Holanda,“Kathimerini” - Grécia,“Público” - Portugal,“Hurriyet” - Turquia,“Novaya Gazeta” - Rússia,“Irish Times” - Irlanda,“Le Temps” - Suíça, “Economic Observer” - China,“Southern Metropolitan” - China,“CommonWealth Magazine” - Taiwan,“Joongang Ilbo” - Coreia do Sul,“Tuoitre” - Vietname,“Brunei Times” - Brunei,“Jakarta Globe” - Indonésia,“Cambodia Daily” – Camboja,“The Hindu” - Índia,“The Daily Star” - Bangladesh,“The News” - Paquistão,“The Daily Times” - Paquistão,“Gulf News” - Dubai,“An Nahar” – Líbano,“Gulf Times” - Qatar,“Maariv” - Israel,“The Star” – Quénia,“Daily Monitor” - Uganda,“The New Vision” - Uganda,“Zimbabwe Independent” – Zimbabwe,“The New Times” - Ruanda,“The Citizen” - Tanzânia,“Al Shorouk” - Egipto,“Botswana Guardian” – Botswana,“Mail & Guardian” - África do Sul, “Business Day” - África do Sul, “Cape Argus” - África do Sul,“Toronto Star” - Canadá,“Miami Herald” – Estados Unidos,“El Nuevo Herald” – Estados Unidos, “Jamaica Observer” – Jamaica, “La Brujula Semanal” - Nicarágua,“El Universal” - México, “Zero Hora” - Brasil, “Diário Catarinense” - Brasil, “Diario Clarin” - Argentina.

Editorial completo em:
http://www.publico.clix.pt/Sociedade/14-dias-que-vao-definir-a-opiniao-da-historia-sobre-uma-geracao_1412856

r às 17:37

 

 

  De 7 a 18 de Dezembro de 2009, durante a CONFERÊNCIA DE COPENHAGA SOBRE O CLIMA, o Mundo vai decidir o futuro da vida na Terra. Nós, cidadãos dos países industrializados, exigimos dos nossos líderes não perderem esta última oportunidade de cumprirem o objectivo e aceitarem integralmente uma REDUÇÃO DE 40 POR CENTO NAS EMISSÕES DE CO2 entre 1990 e 2020 – optando assim pelo cenário mais ambicioso do IPCC 4AR.  
 
 
 
  Junte-se à campanha internacional pelos 40. A campanha já está em crescimento orgânico, com apoios a aparecerem de todos os lados: CAN, (Climate Action Network), no envolvimento das redes climáticas. Também o grupo Africano que reúne as 50 nações mais pobres. Bem como a China, Índia e a Alliance of Small Island States, apoiam cada uma das campanhas de Copenhaga relacionadas com o clima.

O apoio dos Estados Ocidentais também já começou a abraçar este projecto. Os primeiros exemplos foram a Alemanha e a Suécia, ambos comprometidos na redução de emissões em 40% entre 1990 e 2020.

E o mais importante: A ciência diz-nos que precisamos de 40 para mantermos a hipótese de ficarmos abaixo dos 2 graus, afastando assim qualquer efeito catastrófico nos sistemas climáticos e estragos irreversíveis. (Está provado que a sensibilidade climática (Hansen et al, 2008) é significativamente mais alta (provavelmente o dobro') do que anteriormente se pensava (IPCC, 2007). Estas novas descobertas foram adquiridas no seio da comunidade científica (International Scientific Congress on Climate Change, Copenhagen 2009). Daqui se retira que apenas o cenário mais ambicioso do IPCC (o IPCC AR4 associa apenas 40% to 450 ppm, e de 50-50 hipóteses de ‘Ficar abaixo dos 2 graus’) – sendo que apenas uma redução de 40 % é aceitável.)

Agora, como podes ajudar? O número 40 está a ser mencionado em todo o lado. No entanto ainda precisamos de aumentar este número. Ajuda-nos a passar a palavra e a falar do número 40! Fala de Copenhaga! Fala do número 40! Mostra-nos o teu apoio. Imagina 40 acções. Dinamiza os teus amigos e façam fotografia e vídeo de apoio. Atinge os Media com a tua mensagem dos 40 em Copenhaga. Envia as tuas 40 propostas pela Internet. E por favor manda-nos também para info @ 40incopenhagen.org
 
 
 
 
  Marcha em Copenhaga! 12 de Dezembro é o dia da Acção global climática. Irão acontecer protestos e acções por todo o Mundo, mas para a acção real precisamos de ti e dos teus amigos em Copenhaga. É aí que se farão os protestos. É lá que montaremos as barricadas, pois não podemos aceitar nova falha no novo tratado climático. Junta-te a nós e exige uma redução de 40 % das emissões!  
 
 
 
  Assina a grande campanha por Copenhaga. Acção real é necessária, mas a tua assinatura também pode ajudar. Assina em support TckTckTck – É a maior campanha internacional!

r às 17:21

Maio 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

11
12
13
14
15
16
17

18
19
21
22
23
24

25
26
27
28
30
31


ARQUIVO
Twingly Blog Search ShowBlog=NO blog:http://fait-divers.blogs.sapo.pt/ sort:inlinks Most linked posts
pesquisar