19
Nov 09

 

O Diário de Lisboa de 19 de Novembro de 1964 insere um anúncio informando que o plano de urbanização da Reboleira na Amadora começa a ser uma realidade: «Nesta zona privilegiada […] disporão os seus habitantes de todas as instalações públicas indispensáveis para a vida moderna. Dado que o custo das passagens não será superior ao dos transportes citadinos e que o tempo de percurso, cerca de 8 minutos, é inferior ao gasto entre o centro da cidade e os bairros habitacionais, viver na Reboleira é como viver no coração de Lisboa. O apeadeiro dos caminhos-de-ferro, em vias de acabamento, proporcionará cómoda e económica ligação ao centro da capital».
Fonte: Diário de Lisboa n.º 15062, de 19-11-1964, p. 14

A Firma J. Pimenta foi a construtora inicial desta urbanização, noticiada, na época, como «o primeiro e maior agregado populacional do género construído no país». Ficou célebre, nos anos sessenta, a frase «pois, pois, J. Pimenta» do anúncio radiofónico ds Parodiantes de Lisboa, publicitando este empreendimento.
 
Digo eu: 45 Anos depois, como ficou bela a cidade Jardim!!!! Morreu à nascença qualquer esperança de uma Cidade equilibrada e verde... Pois Pois, poderes públicos. Felizmente agora vêm-se mudanças para melhor. Valha-nos isso!!
r às 11:19

22
Out 09

 

Amadora BD 2009
Vinte anos de Banda Desenhada na Amadora. O Festival Internacional de BD decorre entre os dias 23 de Outubro e 8 de Novembro. Veja aqui informações sobre a edição deste ano da grande Festa da BD.

 

  

 

 

 

 

 
r às 10:20

20
Ago 09

  

 

Veja nos seguintes links os vídeos dos testes:
   
 
 

  

Veja aqui o artigo publicado no Jornal de Notícias, sobre o assunto.
 

 

r às 11:49

27
Jul 09

 

Tal como anunciado em Post de dia 20 Julho, o Metro na Amadora vai ganhar mais 3 Estações, a saber: Atalaia, Amadora-Centro e Hospital.
 
A Linha Azul do Metropolitano de Lisboa vai ganhar três novas estações no concelho da Amadora, com um investimento de 240 milhões de euros que a autarquia espera ver concluído em 2014. A expansão da linha, num total de 2,5 quilómetros, inclui paragens na Atalaia, Amadora-Centro e Hospital Amadora-Sintra.
 
 
r às 11:08

20
Mar 09

 

As obras do metro ligeiro de superfície da Amadora, que vai unir seis freguesias do concelho às redes do Metropolitano de Lisboa e da CP, deverão arrancar até ao fim do ano, adiando o início da circulação deste veículo eléctrico para 2010.

O vereador dos Transportes e das Obras Municipais da Câmara da Amadora revelou ao PÚBLICO que está neste momento a ser desenvolvida a solução técnica que vai permitir criar “este conceito de transporte novo, que não existe em Portugal”, embora tenha algumas semelhanças com os trolleys que circulam em Coimbra desde a década de 40 do século XX. Segundo Gabriel Oliveira, é este carácter inovador que está na origem do atraso no projecto, cuja entrada em funcionamento chegou a ser anunciada para Maio de 2009.

 

Esta primeira fase do metro ligeiro de superfície vai ligar a futura estação da Reboleira do Metropolitano de Lisboa (cuja inauguração foi anunciada para o primeiro trimestre de 2011) à estação da Amadora-Este, atravessando as freguesias de Reboleira, Venda Nova, Falagueira, Mina, São Brás e Brandoa e terminando no centro comercial Dolce Vita Tejo, que abre as portas em Maio deste ano.

Gabriel Oliveira adiantou que esta obra, com uma extensão de cerca de sete quilómetros e entre 15 e 20 paragens, poderá custar “entre seis e sete milhões de euros”, o que representa uma diminuição substancial face aos 11 milhões de euros que tinham sido anunciados no início de 2008. “Baixámos os custos, estamos a tentar uma solução o mais económica possível”, explicou o autarca.
r às 10:27

11
Mar 09

Decorreu ontem, no Centro de Juventude  da Amadora, na freguesia da Brandoa, a apresentação dos projectos finalistas do Amadora Empreende 2008.

Ideias de negócio tão distintas como a organização de eventos, a análise microbiológica alimentar, arquitectura, comunicação empresarial e limpezas industriais, entre outros, começam agora a percorrer o seu caminho, após um processo de formação, captação de investimento e aquisição de know-how.

Com a presença da Fundação Calouste Gulbenkian, do ISCTE e do Dolce Vita Tejo, entidades parceiras neste projecto pioneiro em Portugal, o Presidente da Câmara Municipal da Amadora, Joaquim Moreira Raposo, salientou a coragem destes empreendedores, em tempo de crise, realçando que “existe aqui material humano para vingar”. O representante da Autarquia não deixou ainda de apontar a importância das parcerias estabelecidas, condição essencial para o bom desenvolvimento desta iniciativa. “Mais apoios houvesse, e, muito provavelmente, mais projectos estaríamos aqui hoje a apoiar”, destacou no final.

As inscrições para o Amadora Empreende 2009 estão já abertas e decorrem até ao próximo dia 29 de Maio.

Para mais informações acerca dos projectos vencedores, bem como do projecto, consulte o site
www.amadora-empreende.net.
 

r às 14:06

30
Set 08

Mais de metade, num total de 19, dos bairros degradados da Amadora foram extintos entre 1994 e 2006, refere o Relatório do Estado do Ordenamento do Território (REOT) do município.

  

Elaborado por uma equipa de técnicos da autarquia, com o apoio da Universidade Nova de Lisboa, o documento, que está integrado na avaliação do Plano Director Municipal (PDM), é o primeiro REOT municipal a ser divulgado publicamente, incluindo um balanço da gestão e da transformação do solo concelhio durante aquele período.
 

No que respeita à base produtiva do concelho, as conclusões apontam para um aumento do número de estabelecimentos em 87 por cento e o crescimento do emprego em 46 por cento, destacando uma "situação emergente favorável no domínio dos serviços intensivos em informação e conhecimento".

 

O relatório reconhece, no entanto, que o incremento do emprego se verificou nos ramos que absorvem mão-de-obra menos qualificada, permitindo que se mantenha um desemprego de longa duração.

 

Entre as debilidades, regista-se também que um quarto da população residente com mais de quinze anos depende do sistema de protecção social.

 

O envelhecimento da população, a insuficiência de equipamentos para idosos e creches e a prevalência de um modelo de uso do território "dominantemente habitacional" são, por outro lado, características do concelho que afectam a qualidade de vida dos cidadãos.

 

Apesar dos pontos negativos, o número de espaços verdes por habitante duplicou entre 1994 e 2006, a rede viária construída e beneficiada foi estendida de 256 para 365 quilómetros e a taxa de escolarização no ensino público primário subiu de 86 para 93 por cento.

 

Para o presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, o documento acaba por subscrever a meta da autarquia na revisão do PDM, cuja filosofia "não é a de aumentar a construção".

 

"Falta agora constituir as equipas, mas creio que este ano ainda conseguimos lançar as bases para a revisão", adiantou à Lusa o autarca, destacando a extensão da rede viária como um dos principais pontos positivos do REOT.

 

"Quando se fez o PDM, nem havia como objectivo ter o Metropolitano, portanto, em alguns aspectos conseguimos ultrapassar os objectivos, o que eleva agora o nosso padrão de resposta", afirmou.

 

Joaquim Raposo lamentou, no entanto, que ainda permaneçam alguns bairros degradados no município, embora tenham sido já eliminados 19 dos 35 bairros identificados em 1993, quando se preparava o PDM.

 

Na altura, havia registo de 4.855 barracas, ocupadas por 21.362 pessoas. Em Outubro de 2006, 4.443 agregados familiares tinham a sua situação habitacional resolvida.

 

Apesar da evolução, constam do REOT a "ausência de políticas de intervenção no parque habitacional privado", a "incerteza na continuidade dos programas de realojamento" - devido às dificuldades financeiras, e a desocupação de alguns fogos, o que resulta na sua degradação.

 

Por seu turno, o secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão, considera que o Relatório da Amadora marca uma "nova forma de prestar contas" que deveria ser seguida por todos os municípios.

 

Lembrando que o REOT nacional será apresentado à Assembleia da República no próximo Verão, o responsável apelou à colaboração das autarquias no estudo dos seus concelhos, uma vez que têm "capacidade técnica para tal".

 

"A Amadora entrou numa espiral de exigência que não tem recuo", conclui João Ferrão, durante a sessão de apresentação.

(lusa)

 

Escrevo eu: Nem tudo são rosas na Amadora, mas honra seja feita, de facto a Amadora melhorou substâncialmente nos últimos 12 anos....

 

r às 15:36

15
Jul 08
O jornal Destak, na edição de hoje publica um “estudo” realizado no âmbito de um inquérito on-line da página Guia de Portugal – Maior Rede Digital de Municipios, realizado pela Municipia SA, no qual é perguntado como avalia a actuação da sua Câmara Municipal no geral e depois em particular num conjunto de medidas, a saber: Indicador de desenvolvimento Municipal; Potencial Demográfico; Serviços de apoio à população; Ambiente e qualidade de vida; Dinamismo económico; Capacidade de influenciar o exterior; Cidadania e Finanças locais.
 
Este inquérito, que serviu de guia ao Jornal Destak, está on-line desde Fevereiro de 2006, e no que respeita à Amadora, conta com 136 votos (grande amostra).
 
A Amadora está colocada no último lugar. E o jornal Destak, aproveitou isso para escrever o artigo e dizer em título que a Amadora é o Município menos desenvolvido do País e colocar uma chamada de 1ª página. Lamentável!!!!! Como é possível uma “Pseudo”jornalista chamar um estudo a uma coisa destas????
 
Então um inquérito on-line, votado por meia dúzia de pessoas ( isto excluindo a possibilidade de a mesma pessoa votar inúmeras vezes) serve para uma avaliação desta natureza?????? E suportar um artigo destes num jornal?????
 
NÃO!!!!!! Só mostra uma total falta de imparcialidade, de rigor jornalístico, de investigação séria e credível…. É a informação que temos ou a falta dela!!! Só falta perguntar a quem serve este fato e quem foi o alfaiate??????????
 
Peço a todos os leitores deste blog, seus amigos, familiares, vizinhos, que sejam ou conheçam a Amadora, que acedam ao referido inquérito e votem no Município da Amadora, nos diversos itens de forma livre e séria …pois, enquanto Amadorense considero que os resultados estão muito longe de expressar a realidade do Município da Amadora nos dias de hoje.
 
Não sei porquê mas parece que alguém quer que se continue a estigmatizar a Amadora, quando não há razões para isso…. A Amadora não é mais nem menos, nem melhor nem pior que a generalidade dos Municípios Portugueses.
 
Para consulta e votação:
http://www.guiadeportugal.pt/?idObject=51&idClass=22
 

 

http://www.guiadeportugal.pt

 

 

http://www.destak.pt/docs/597/lisboafinal.pdf

r às 14:39

10
Jan 08
Com a concretização dos projectos recentemente anunciados pelo Governo e pela Câmara Municipal da Amadora, no domínio dos transportes, este Município transforma-se, finalmente, de uma mera zona, essencialmente, de passagem, de e para Lisboa, para uma centralidade que a sua posição geográfica, igualmente, potencia.
A criação do interface rodoferroviário da Reboleira, uma zona densamente povoada, com ligação à linha azul do Metro, à estação da CP-linha de Sintra e linha de Troley/MLS, esta com ligação a diferentes freguesias do concelho e em direcção ao centro comercial Dolce Vita Tejo, Odivelas e Loures, tem impactos fortes a, pelo menos, dois níveis. A saber:
 
-Reforço da coesão e identidade amadorense
-Diferenciação no conjunto da área Metropolitana de Lisboa
 
Quanto ao primeiro aspecto importa realçar que, o facto de as populações das zonas mais periféricas do Município, com esta nova rede de transportes, se poderem deslocar facilmente ao centro da cidade, fará com tenham acesso facilitado aos diferentes serviços que a cidade já hoje proporciona, aos eventos culturais e de lazer que periodicamente aqui se realizam, bem como fruir os belos parques que ultimamente aqui têm despontado .Passarão a ter, igualmente, acesso alternativo a Lisboa, no que ao grande comércio diz respeito.
 
Quanto ao segundo aspecto acima referido, complementado com a conclusão da CRIL, das suas ligações à cidade e dos arranjos paisagísticos que lhe estão associados, destaca-se o reforço da visibilidade cosmopolita da cidade e da sua efectiva modernidade.
 
A Amadora do séculos XXI... está em marcha.
Leonardo da Vinci às 12:29
r em 14/01/2008 às 12:37
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04
Jan 08

Notícia Lusa/Sol…

 

Primeira fase do metro de superfície ligará seis freguesias a partir de Maio de 2009.

 

A primeira fase do metro de superfície da Amadora, que ligará seis freguesias do concelho numa extensão de sete quilómetros, deverá estar concluída em Maio de 2009 e custará onze milhões de euros.

 

Durante uma cerimónia de apresentação do projecto, na estação de metro Amadora-Este, o vereador dos Transportes na Câmara da Amadora, Gabriel Oliveira, explicou que o novo meio de transporte permitirá reduzir em quase cinco mil toneladas a emissão anual de dióxido de carbono, já que não é poluente e motiva a redução de viaturas ligeiras e dos tradicionais autocarros no centro da cidade.

«Os rodados são com pneus de borracha, possibilitando subir pendentes topográficas acima dos doze a quinze por cento, enquanto nos rodados metálicos [carris] não se ultrapassa os sete por cento», exemplificou o responsável, sublinhando que o metro ligeiro de superfície apresenta também custos seis vezes mais económicos,

«Os impactos são muito poucos: só se gasta com a aquisição de equipamento, semaforização dos cruzamentos, correcção de arruamentos, instalação de uma catenária e pavimentos de cor diferente», referiu.

Face ao metro ligeiro em carril, o metro em rodado de borracha - «amigo do ambiente» - apresenta ainda como vantagens uma reduzida produção de ruído e a capacidade de se manobrar em espaços menores.

Na sua primeira fase, a concluir até Maio de 2009, o metro de superfície irá ligar as estações de metro Amadora-Este e Reboleira (esta ainda por construir) ao futuro centro comercial Dolce Vita Tejo, passando pelas freguesias da Venda Nova, Falagueira, Mina, São Brás e Brandoa.

Ao longo de sete quilómetros, quinze a vinte paragens semelhantes às dos autocarros receberão diariamente quinze a vinte mil passageiros.

Segundo
Gabriel Oliveira
, trata-se de um investimento - sem percentagens definidas - do Estado, da Câmara Municipal da Amadora e do Dolce Vita, mas a autarquia está ainda a tentar envolver outros privados.

Numa segunda fase, o troço será estendido aos concelhos de Loures e Odivelas, não se conhecendo ainda os prazos e investimentos da obra.

«Os contactos com Loures estão quase fechados. No caso de Odivelas, a Câmara ainda tem de definir o projecto», explicou.

Presente na divulgação do projecto, a secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, elogiou a «iniciativa municipal» da Amadora na construção do metro ligeiro e definiu o projecto como uma «referência de partilha de responsabilidades» entre os sectores público e privado.

Lusa / SOL

Escrevo eu: Ficou por dizer que foi também lançado o Concurso Público Internacional de concepção/construção do prolongamento da linha de Metro da estação Amadora-Este à Reboleira….

r às 10:12
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