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Dez 08

Para qualquer lisboeta - de morada ou coração - há um orgulho inevitável ao saber que sua cidade fez as páginas do mais que famoso jornal norte-americano New York Times.

 

No dia 14 de Dezembro a capital portuguesa, tão longínqua da cosmopolita Nova Iorque, foi o tema da secção Travel, tanto na edição impressa como online.


A sugestão da revista é passar 36 horas na cidade. E deixam a promessa: "Vai partir desejando voltar, e quem sabe, talvez até a cantar de alegria".

 

Segundo a repórter Elaine Sciolino, Lisboa, em tempos uma "velha cidade portuária", agora "exibe o seu lado divertido, desde as suas lojas de design ousadas aos bares chiques e tardios".

 

O Bairro Alto é o primeiro local a visitar. No entanto, a hora aconselhada não é tardia, mas sim umas diurnas 16h. O que espantaria muitos portugueses, é justificado pela jornalista pelo clima «frenético», ideal para quem gosta de saltar de bar em bar, mas não aconselhável a maiores de 35. A tarde é a altura ideal para explorar o bairro e as suas lojas «adoráveis».

 

Apesar de aberto há pouco tempo, o Museu do Oriente é considerado um local a não perder em Lisboa, tal como a enoteca Chafariz do Vinho, caracterizada como "muito mais do que apenas um local para beber vinho: a cozinha serve pequeno pratos óptimos". Os preços são largamente elogiados.

 

Para a primeira noite, o New York Times aconselha o bar do Hot Clube, que este ano comemora o seu 60º aniversário. Para um sábado de manhã sugerem a Feira da Ladra, onde se encontram artigos raros ou iguais aos das lojas do centro da cidade, mas muito mais baratos.

Elogios recebem também as lojas do Chiado, "muitas parecem ter parado no tempo", como a Casa das Velas do Loreto, a Luvaria Ulisses e a Conserveira de Lisboa.


Jantar é junto ao Tejo - ou Tagus, como escreve a revista - e de preferência peixe.

 

Elogiam o restaurante Vírgula e, claro, os Pastéis de Belém a que chamam "a maior pechincha culinária de sempre". O aviso fica feito: "o serviço pode ser brusco e a multidão esmagadora", mas vale a pena.

A última noite em Lisboa é bem passada no Pavilhão Chinês, cuja entrada disfarçada fez as delícias da jornalista americana.

 

 

 

 A reportagem traça uma Lisboa moderna e jovem, que combina essa faceta harmoniosamente com o seu lado típico e tradicional.

Para aceder à fotogaleria que acompanha a reportagem clicar aqui.

 

 

r às 11:33

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