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Cristiano Ronaldo está a fazer história com a camisola do Real Madrid. O extremo português leva 40 golos em 45 jogos e a sua média é de 0,88 tentos por jogo, ou seja, supera referências como Di Stefano, Hugo Sanchez e Raúl.

Na presente temporada, Cristiano Ronaldo já conta com sete golos, seis no campeonato espanhol e um na Liga dos Campeões.

Esta performance do jogador português faz com que supere os registos de Di Stéfano (307 golos em 403 partidos oficiais, média de 0,76), Hugo Sánchez (média de 0,73 com 207 golos em 283 desafios) e Raúl (326 tentos em 740 partidas, média de 0,44).

 

r às 17:52

 

 

r às 16:02

 

Depois de em Junho ter anunciado o aumento de impostos como o IVA para angariar mais receitas, o ministro das Finanças vai explicar como pretende poupar 83 mil milhões de libras (95 mil milhões de euros) em cinco anos.

 

Preocupado com a instabilidade dos mercados financeiros e com o rating da dívida britânica, George Osborne quer fazer o défice cair rapidamente de 11% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2009/10 para apenas dois por cento.

 

O governo britânico apresenta hoje em detalhe os cortes para a quase total eliminação do défice, visando poupar 83 mil milhões de libras (95 mil milhões de euros) em cinco anos.

 

Quase meio milhão de funcionários públicos deverão perder o emprego devido ao plano de redução da despesa pública que o Governo britânico.

 

Só a saúde e cooperação internacional estão protegidas de cortes nos vários ministérios, que rondam, em média, os 25 por cento.

Ontem foram confirmadas medidas em algumas áreas, como a defesa, cujo orçamento cairá oito por cento nos próximos quatro anos. Ao todo, deverão ser eliminados 42 mil postos de trabalho, entre militares e civis, além de abandonado o uso de barcos e aviões.

Habitação social vitalícia acaba

O Times avança que o direito vitalício a habitação social vai desaparecer e nem a polícia, os tribunais e postos diplomáticos serão poupados às medidas de austeridade.

 

O Daily Telegraph noticia que a segurança social vai sofrer uma queda substancial, o que implicará retirar subsídios a milhares de pessoas e exigir novos testes que provem a incapacidade para trabalhar.

Os gastos nesta área já tinham sido cortados no orçamento de emergência, em Junho, mas o governo prepara-se para reformar a forma de funcionamento dos apoios sociais.

r às 14:15

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