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Jul 10

 

As recessões são vulgares, as depressões são raras. Tanto quanto sei, houve só dois períodos na história económica a que, na altura, se chamou "depressão": os anos de deflação e instabilidade que se seguiram ao pânico de 1873 e os anos de desemprego generalizado que ocorreram na esteira da crise financeira de 1929-31

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Nem a Longa Depressão do século xix nem a Grande Depressão do século xx foram épocas de declínio imparável. Pelo contrário, ambas tiveram períodos em que a economia cresceu. Mas esses episódios de melhoria nunca foram suficientes para desfazer os danos da crise inicial e foram seguidos de recaídas. Estamos agora, quer-me parecer, nos estádios iniciais de uma terceira depressão. Esta vai parecer- -se provavelmente muito mais com a Longa Depressão do que com a outra, muito mais séria, a Grande Depressão. Porém, os custos para a economia mundial e sobretudo para os milhões de vidas arruinadas pela falta de empregos não deixarão de ser enormes.


Esta terceira depressão será fundamentalmente um reflexo do fracasso das medidas tomadas. Em todo o mundo, como foi manifesto na reunião profundamente desencorajadora do G20, os governos estão obcecados com a inflação, num momento em que o verdadeiro perigo está na deflação; advogam a necessidade de apertar o cinto quando o verdadeiro problema está na falta de despesa pública.

 

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r às 12:11

 

 

O volume de negócios do comércio a retalho aumentou em Maio 1,2 por cento em termos homólogos, 1,3 pontos percentuais superior à variação registada em Abril, revelam dados do INE, hoje divulgados.

 

A produção industrial em Portugal apresenta um desempenho positivo desde Janeiro. Em Maio, a produção progrediu 1,6% face ao mesmo mês de 2009, anuncia o INE.

r às 12:08

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