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Abr 10

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A imprensa desta quinta-feira lança novos dados sobre a investigação a decorrer na Alemanha  à empresa Ferrostaal, avançando que são quatros os governantes portugueses do Governo de coligação PSD/CDS-PP, responsável pela adjudicação da compra de dois submarinos, que terão sido subornados.

 

O Correio da Manhã avança, na primeira página, que quatro membros do Governo liderado por Durão Barroso estão «na mira da investigação». Segundo adianta o jornal, cada um destes políticos terá recebido luvas no valor de 1,6 milhões de euros, o mesmo valor que de acordo com a revista alemã Der Spiegel, terá também sido pago ao cônsul honorário em Munique Jurgen Adolff, que ontem foi suspenso das suas funções pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.

 

O Diário de Noticias (DN) revela também que o Ministério Público alemão está a investigar a alegada criação de «empresas fantasma» utilizadas para o pagamento de comissões ilegais. O DN acrescenta que o contra-almirante português Rogério D'Oliveira terá «recebido um milhão de euros de uma dessas empresas». Um despacho do Ministério Público alemão a que o DN teve acesso cita outros nomes de gestores e advogados portugueses que teriam conhecimento das movimentações financeiras originadas por este negócio.

 

A revista alemã Der Spiegel noticiou, esta semana, que um cônsul honorário de Portugal, que não identifica, terá recebido um suborno de 1,6 milhões de euros da Ferrostaal para ajudar a concretizar a compra de dois submarinos pelo Estado português em 2004.

 

De acordo com a Der Spiegel, o cônsul honorário terá também organizado, no verão de 2002, uma «reunião entre a administração da Ferrostaal e o antigo primeiro ministro português José Manuel Durão Barroso», actual presidente da Comissão Europeia.

 

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