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Nov 09

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) decretou nula a certidão extraída da investigação do processo "Face Oculta" relativa a escutas entre Armando Vara, um dos arguidos neste caso, e José Sócrates.

 

O órgão supremo da justiça portuguesa considerou inválidas as escutas ao primeiro-ministro (PM), pois, de acordo com o Código Penal publicado em 2007, o STJ tem de "autorizar a intercepção, a gravação e a transcrição" de conversas envolvendo o PM.

 

O DN apurou ainda que, segundo o despacho, o STJ considera que as escutas não têm relevância criminal.

 

Assim, de nada valerão indícios contra o chefe de Governo obtidos por acaso no âmbito de uma investigação que não envolve o titular deste cargo (ver relacionado), se esses indícios forem obtidos através de escutas não previamente autorizadas pelo STJ.

 

As certidões extraídas pelo DIAP (Direcção de Investigação e Acção Penal), relativas a indícios não relacionados directamente com a investigação principal do caso “Face Oculta”, foram enviadas à Procuradoria-Geral da República (PGR), onde estiveram vários meses sem que fosse tomada uma decisão quando ao lançamento de novos processos.

 

"É preciso apurar como foi ouvido o primeiro-ministro sem autorização do presidente do Supremo Tribunal de Justiça”, disse ontem o procurador-geral da República (PGR), adiantando que, relativamente às escutas a conversas entre Sócrates e Vara, emitiu um despacho em Setembro. Ontem, Pinto Monteiro também disse que já tinham sido emitidos dois despachos, um dele e outro do STJ, mas não divulgou o conteúdo.

Diário de Notícias

r às 15:39

 

 

Fonte próxima da Direcção da SAD do Sporting, confirmou hoje, ao início da tarde, que o Sporting já teria encontrado o sucessor de Paulo Bento e que estariam de momento a elaborar o contrato.

 

Segundo se sabe, o respectivo contrato terá a duração até ao final da época com mais uma de opção.

 

Deste modo o sucessor de Paulo Bento será... JOSÉ SARAMAGO.

 

JESUS QUE SE CUIDE!!!!

 

 

r às 13:45

 

PORTO – Na deslocação que se previa difícil à Madeira o Porto voltou a jogar mal e perdeu. É o segundo jogo consecutivo, para o campeonato, que o Porto não vence.
 
O Porto, como tem sido habitual nos últimos jogos, não entrou bem. Sem velocidade, sem dinâmica, sem ligação entre os sectores e a esperar para ver o que dava o jogo. Por seu lado o Marítimo entrou muito bem. Organizado, motivado, com vontade, boa qualidade de trocas e posse de bola, chegando ao 1 a 0 aos 30’ minutos num golo na própria baliza de Rolando, mas já antes o Marítimo tinha tido oportunidades para inaugurar o marcador.
 
Depois do golo Maritimista esperava-se a normal reacção Portista, mas não aconteceu. O Marítimo esteve sempre melhor que o seu adversário, controlando-o por completo e, para quem viu o jogo, não seria surpresa o Marítimo chegar ao intervalo com uma vantagem maior, tantas foram as oportunidades desperdiçadas pelo conjunto insular.
 
Ao intervalo o treinador do Porto mexeu na equipa mas não teve consequências no jogo do Porto, o qual continuava desligado e com vários jogadores a praticarem um futebol muito abaixo das suas possibilidades.
 
Naturalmente, com o avizinhar do fim do encontro o Porto aproximou-se mais da baliza do Marítimo, mas sem grande organização, mais com o coração do que com qualidade de jogo. É um facto que não fora Peçanha (guarda-redes do Marítimo) a fazer pelo menos uma grande defesa e algum acerto na hora decisiva de alguns jogadores do Porto, este podia ter chegado ao empate.
 
Assim não foi e, como reconheceu o treinador do Porto, o Marítimo foi justo vencedor.
 
 
SPORTING –  Era aguardado com grande expectativa o primeiro jogo da era pós Paulo Bento. Depois de uma semana muito atribulada, com a demissão do treinador, do director desportivo e do administrador da SAD. No entanto o adversário do Sporting, o Rio Ave, não era fácil de vencer, aliás encontrava-se acima do Sporting na tabela classificativa, sinal de que o adversário estava num bom momento e esperava aproveitar alguma “debilidade” Leonina.
 
O que é facto é que o jogo inicia-se com o Sporting a controlar e a manietar o seu adversário. O Rio Ave não se encontrava e o Sporting, ainda que sem jogar muito bem, ia aproveitando e chegou ao golo aos 22’ minutos por Matias Fernandez, aproveitando um “brinde” da defesa Avense. Depois do golo do Sporting a reacção do Rio Ave não foi muito determinada e não conseguia criar grandes oportunidades de golo, até que, já nos descontos da 1ª parte, no seguimento de um lançamento de linha lateral, o árbitro assistente dá indicação para a marcação de uma grande penalidade a favorecer o Sporting, apesar da falta não ser perfeitamente visível nas imagens televisivas, aceita-se a decisão ainda que pareça talvez excessiva. João Moutinho faz golo e coloca o Sporting a vencer por 2 a 0 ao intervalo. Para muitos o jogo estaria decidido.
 
Assim não se verificou. Mais uma vez o Sporting não segura a vantagem, neste caso mercê de uma muito melhor 2ª parte do Rio Ave e com 2 golos de João Tomás fixou-se o marcador em 2 a 2. Resultado justo.
 
Nota para a expulsão de Daniel Carriço, que me parece injusta, ainda assim sem influência directa no resultado, visto ter acontecido quando a partida já se encontrava com o resultado de 2 a 2.
 
Para o Sporting 5º jogo consecutivo sem ganhar encontrando-se a 11 pontos de Braga e  Benfica , a 6 do Porto e ocupa o 8º lugar na tabela classificativa.
 
 
Aguardemos o que se passará em Alvalade nos próximos dias, no que respeita à contratação de treinador, director desportivo e novo administrador da SAD.
 
BENFICA – Ufff e ao cair do pano o Benfica marcou, por Javi Garcia, somou mais 3 pontos e colasse ao Braga no 1º lugar, com 25 pontos, estando percorrido um terço de campeonato.
 
O jogo foi muito difícil para o Benfica. A Naval colocou o “porta-aviões” junto da baliza, numa atitude ultra defensiva, mas com muita organização, sacrifício e espírito de luta.
 
O Benfica passou o jogo em ataque continuado, tentou por todas as formas chegar ao golo, de bola parada, de jogo corrido pelas alas, em tabelas, explorando o remate de longe, mas o golo não aparecia mercê de uma memorável exibição de Peiser – guarda redes da Naval – e de algum desacerto dos finalizadores do Benfica.
 
O tempo ia passando e a pressão de chegar à vitória ia aumentando, o treinador do Benfica tudo tentou para ganhar o jogo. As substituições operadas foram bem feitas e sempre com a perspectiva de ataque e de chegar ao golo e à vitória.
 
Como diz o ditado “água mole em pedra dura…”ou “quem joga para empatar arriscasse a perder” verificou-se, neste jogo. O Benfica marcou aos 89’ minutos, afundando o porta-aviões da Naval e colocou justiça no Marcador. O grande mérito do Benfica foi nunca desistir, nunca baixar de velocidade e acreditar e, no caso, a sorte protegeu os audazes.
 
Deixo nota da estatística do jogo para que se perceba a quantidade de jogo ofensivo do Benfica: Posse de Bola 67%; ataques 51 contra 17; remates 29 contra 5; cruzamentos 28 contra 10; cantos 8 contra 3, oportunidades de golo não concretizadas 9 contra 1, enfim uma avalanche de futebol ofensivo que, digo eu, merece sempre ser premiada;
  
POSITIVO DA JORNADA: Golo de Desmarets do Guimarães e de Matias Fernandez do Sporting. A luta incessante do Benfica pela vitória e as vitórias de Marítimo e Paços de Ferreira
  
NEGATIVO DA JORNADA: Porto, Belenenses e árbitro do jogo entre o Leixões e o Nacional.
r às 10:46

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