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Mar 09

FC PORTO - ESTADO NOVO

 

 

 

SPORTING CP - 1ª GUERRA MUNDIAL

 

 

 

 

Já agora: o Estádio das Antas foi inaugurado no dia 28 de Maio de 1952, numa cerimónia pomposa que contou com a presença do General Craveiro Lopes…
 
Coincidências no dia 28 de Maio: A Revolução de 28 de Maio de 1926, Golpe de 28 de Maio de 1926 ou Movimento do 28 de Maio, também conhecido pelos seu herdeiros do Estado Novo por Revolução Nacional, foi um pronunciamento militar de cariz nacionalista e antiparlamentar que pôs termo à Primeira República Portuguesa, levando à implantação da auto-denominada Ditadura Nacional, depois transformada, após a aprovação da Constituição de 1933, em Estado Novo, regime que se manteve no poder em Portugal até à Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974.
 
  
Mais uma coincidência  - o antigo Estádio da Luz foi inaugurado no Dia 1 de Dezembro - Data da Restauração da Independência... e a 5 de Outubro (Implantação da República)foi inaugurado o 3º anel...
 
Outra nota - No Hino original do Benfica existia uma palavra, entretanto substituída, "AVANTE"...
 
Fotos retiradas do blogue “ A Xafarica”
 
A inauguração do Estádio do Sport Lisboa e Benfica. 
A relevância do acontecimento e o seu significado no histórico do clube exigem que sobre ele falemos com maior desenvolvimento. 
A vida do Benfica, até à data da inauguração do novo estádio, foi sempre marcada pela instabilidade e pela precariedade. 

Clube popular por excelência, o Benfica sempre se confrontou com difíceis problemas financeiros. E desde muito cedo se habituou a contar com as suas próprias forças, ou seja, com a disponibilidade dos seus dirigentes e da grande maioria dos seus adeptos. 

Nas primeiras décadas de vida, foram muitos os momentos de desânimo em que se chegou a temer pela sobrevivência do clube. Para alguns estudiosos deste fenómeno, a circunstância de o Benfica ter enfrentado tais dificuldades, sobretudo no que respeita à falta de infraestruturas à altura do seu prestígio e dimensão e do seu progressivo peso na sociedade portuguesa, terá muito a ver com o facto de não se ter deixado atrair por influências políticas, nem pela simpatia de certas personalidades, sempre prontas a negociar favores e benesses de toda a espécie. 

Seja como fôr, a independência do clube relativamente aos poderes instituídos, característica de uma forma de estar que o tempo viria a confirmar, obrigaram-no, até 1954, a "andar de casa às costas". E até se fixar nas Amoreiras, cumpriu uma autêntica via sacra, passando sucessivamente das Salésias para a Feiteira, daqui para Sete Rios e, por fim, de Sete Rios de novo para Benfica (Avenida Gomes Pereira). 

A construção da auto-estrada do Estádio, uma das prioridades do então Ministro das Obras Públicas, Eng. Duarte Pacheco, acabaria por confinar a escassos 15 anos a utilização do recinto das Amoreiras. 
Mais uma vez o BENFICA, sucumbia aos planos de desenvolvimento urbanístico da cidade, sendo obrigado a transferir-se para o Campo Grande, no dia 5 de Outubro de 1949, de onde só sairia paro o seu novo estádio, o Estádio do Sport Lisboa e Benfica, "poiso da águia" há quase meio século. 

A edificação do Estádio foi uma obra colectiva por excelência e um verdadeiro hino às virtudes da solidariedade e da entreajuda. Sob a direcção do então presidente Joaquim Ferreira Bogalho, e a par do incansável trabalho de uma comissão onde se integravam figuras como Agostinho Paula, António Costa e Sousa, António Adão, António Campos Vieira, Augusto Rodrigues, Carlos de Almeida, Francisco Retorta, Dr. João Ferreira da Costa, José Ricardo Domingues Júnior, Justino Pinheiro Machado, Manuel de Almeida Oliveira e Dr. Manuel Paulino Gomes Júnior, já falecidos na sua grande maioria, raros foram os sócios e simpatizantes que se furtaram de dar o seu apoio, em géneros ou em horas de trabalho, à mais empolgante iniciativa alguma vez lançada pelo clube. 
"Pude avaliar a grandeza dessa epopeia gigantesca da grande família que quer construir o seu lar. Vi como o operário modesto se esquecia das suas próprias necessidades para ir largar o seu óbolo com a alma a transbordar de ternura.
 
 

Estádio de... Carnide a «bem da Nação»

A 1 de Dezembro de 1954, o Benfica inaugurou, pomposamente, o Estádio de Carnide. Só mais tarde lhe haveria de chamar da Luz. Joaquim Bogalho, o «homem do estádio», emocionou-se de tal modo que, para não desfalecer, teve de ser amparado pelos seus colegas de Direcção. Ribeiro dos Reis considerá-lo-ia, pela sua acção em busca do sonho... «o benfiquista número 1». E, naturalmente, houve futebol sobre o relvado ainda fresco. Ganhou o F. C. Porto ao Benfica por 3-1, como afinal, ganhara o Benfica ao F. C. Porto por 7-2 na inauguração das Antas. Enfim, festas trocadas...

O festival de inauguração proporcionou uma receita de 1300 contos, a maior renda arrecadada até esse dia num espectáculo desportivo por um clube português.

Três dias depois, na Assembleia Nacional, o presidente do F. C. Porto, eleito deputado nas listas da UN, elogiou a obra do Benfica como «padrão a atestar às gerações vindouras dos seus associados a fé, a energia, a vontade de quem tão devotadamente soube lutar e soube vencer». E, bem ao exemplo de então, Urgel Horta rematou: «Daqui, do alto da minha tribuna de deputado, velho praticante e dirigente, saúdo o Benfica, apontando-o como exemplo que deve ser imitado e seguido, a bem da Nação.» Pois.

Em 1 de Dezembro, o clube inaugurou o Estádio de Carnide (Luz), velho sonho dos benfiquistas, que punha ponto final nas deambulações pela cidade, desde o Campo da Feiteira ao Campo Grande, já para não se falar das tentativas de Cosme Damião e dos seus pares na área de Belém, quando o SLB era apenas Sport Lisboa. Foi para a equipa que construiu o estádio, especialmente Joaquim Bogalho, um dia de glória.

  

Extracto de Texto de A BOLA  - 50 anos

  

Para consultar um texto de Leonor Pinhão, clique aqui - O Estádio de Carnide ( Luz )
r às 10:24

 

Fórum Portugal de Verdade, uma cópia ou espécie de parente pobre e vazio do Fórum Novas Fronteiras, reuniu ontem e mais uma vez o que foi discutido foi a governação do PS e de José Sócrates.
 
Muitas criticas, tudo mal feito e a culpa da crise é do Governo Português, foram estas as principais conclusões do fórum alaranjado…
 
Nos vários artigos que li sobre o fórum não encontrei nenhuma proposta concreta e séria para resolver a crise financeira e económica, para resolver o problema de Portugal e dos Portugueses….
 
Muito pobre, muito fraco!!!  
 
Notícia do Público;
 
Notícia do Diário de Notícias;
 
Notícia do Correio da Manhã.
r às 10:19

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