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Fev 09

r às 18:49

 

O advogado britânico David Mills foi considerado culpado e condenado a quatro anos e seis meses de prisão por ter aceite um suborno de Silvio Berlusconi, em 1997.
 

Por outro lado, Silvio Berlusconi que era acusado por ter subornado Mills, está protegido pela lei da imunidade introduzida pelo seu Governo, em Julho de 2008, que protege as principais figuras do Estado, como o Presidente da República, o primeiro-ministro e os presidentes das duas câmaras.

r às 17:26

 

As distinções mais notadas foram a de Lisandro López e Jorge Fucile… mas este observador e, por certo, alguns árbitros também devem ter sido distinguidos…. Não na tribuna mas na porta dos fundos…
 
Cá para mim este observador do jogo entre o Porto e o Benfica, da semana passada, esteve ontem na Cerimonia de entrega dos Dragões de Ouro…
r às 14:56

 
Artigo de opinião de João Miguel Tavares, publicado no DN de 17.2.2009
 
Eu aprecio a forma como Pedro Passos Coelho conquistou o seu espaço no PSD e na comunicação social, com um tom civilizado, um discurso articulado, uma presença aprumada e uma atitude que poderemos definir como "eu sei que vou ser líder do PSD, só não sei é quando". Há pouco mais de um ano, Passos Coelho era um sério candidato a aparecer no Perdidos & Achados da SIC. Hoje, é um sério candidato a ser o José Sócrates da direita (não é uma ofensa, juro). Ora esta ascensão-relâmpago, este súbito surgimento em manhã de nevoeiro, não é desprovida de méritos. Os meus jovens amigos de direita entusiasmam-se com a sua figura, e eu não tenho dúvidas de que a sua postura liberal faça falta à pátria, mesmo que os tempos soprem mais para o lado do Estado Todo-Poderoso e a malvada recessão tenha transformado a sua ideia de privatizar a Caixa Geral de Depósitos numa gafe incómoda.

No entanto, apesar das suas vastas qualidades, Pedro Passos Coelho tem andado a armar-se em sonso nas suas últimas intervenções, que é coisa que irrita um bocado. A gota de água que fez transbordar o meu copo foi a sua intervenção no final de um almoço no American Club (almoço em sua homenagem, claro), surpreendentemente acompanhada por uma série de jornalistas, onde o candidato a líder que não é candidato a líder disse: "Saber se Manuela Ferreira Leite se sente em condições anímicas para levar uma mensagem positiva ao País e catalisar a mudança é uma avaliação que só ela poderá fazer. Tenho a certeza de que o fará." Esta já é pelo menos a quarta vez que o ouço dizer isto, ipsis verbis, e eu escuto pouca rádio e não vejo assim tanta televisão. As "condições anímicas" da senhora e a "avaliação que só ela poderá fazer" começam a soar a disco riscado. Demasiado riscado.

O problema, claro, não é o riscado, mas a hipocrisia subjacente. Eu percebo que Pedro Passos Coelho não queira ser confundido com Luís Filipe Menezes, o que só lhe fica bem. Mas entre pedir abertamente a demissão de Ferreira Leite cada vez que ela mostra o penteado, como faz Menezes, ou insinuar sucessivamente que a senhora se devia demitir mas não sou eu que vou pedir a sua demissão, como faz Passos, acho que prefiro a clareza vinda de Gaia. É que o problema está aí: de nada vale Passos Coelho vender-se como uma alternativa séria se não for capaz de falar com seriedade. Ou entende que é Ferreira Leite quem deve enfrentar Sócrates e se cala. Ou entende que a senhora é uma tragédia e o diz com clareza. Agora, esta atitude de meter pioneses na cadeira enquanto faz cara de menino bem comportado, convenhamos, já começa a enjoar.

 

Digo eu: Subscrevo na íntegra e acrescento que o menino preparado por Ângelo Correia tem de ter muito cuidado com as gaffes, principalmente gaffes desta importância e dimensão, se quiser um dia ser mais qualquer coisa que candidato a candidato ...

r às 12:25

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