26
Set 08

  

 
BREVE HISTÓRIA DE VIDA… PARA QUE NÃO SE ESQUEÇAM DA IMPORTÂNCIA DESTE HOMEM…
 
Nascido numa pequena cabana na cidade georgiana de Gori e filho de uma costureira e de um sapateiro, o jovem Stalin teve uma infância difícil e infeliz. Chegou a estudar num colégio religioso de Tiflis, capital georgiana, para satisfazer os anseios da sua mãe, que queria vê-lo seminarista. Mas cedo acabou enveredando pelas actividades revolucionárias contra o regime tsarista.
 
Passou vários anos na prisão e, quando foi libertado, aliou-se a Vladimir Lenin e outros, que planeavam implementar e concretizar a “ célebre” Revolução Russa.
 
Stalin foi secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética entre 1922 e 1953 e, por conseguinte, chefe de Estado da URSS durante cerca de um quarto de século, transformando o país numa super potência.
 
Antes da Revolução Russa de 1917, Stalin era o editor do jornal do partido, o Pravda ("A Verdade"), mas teve uma ascensão rápida, tornando-se em Novembro de 1922 o Secretário-geral do Comité Central, um cargo que lhe deu bases para ascender aos mais altos poderes.
 
Após a morte de Lenin, em 1924, ( ainda hoje existe quem a considera misteriosa) tornou-se a figura dominante da política soviética – embora Lenin o considerasse apto para um cargo de comando, ele ignorava a astúcia de Stalin, cujo talento quase inigualável para as alianças políticas lhe rendera tantos aliados quanto inimigos.
 
Purgas e deportações
A "Grande Purga" ou "Grande Expurgo"
Em 1928 iniciou um programa de industrialização intensiva e de colectivização da agricultura soviética, impondo paralelamente uma reorganização social que provocou a fome-genocídio na Ucrânia (Holodomor), em 1932-1933.
 
Esta “fome” imposta ao povo ucraniano pelo regime soviético, causou 4,5 milhões de mortes na Ucrânia, além dos 3 milhões de vítimas noutras regiões da U.R.S.S.
 
Nos anos 30 consolidou a sua posição através de uma política de modernização da indústria. Como arquitecto do sistema político soviético, criou uma poderosa estrutura militar e de policiamento.
Mandou prender e deportar opositores, ao mesmo tempo que cultivava o “culto da personalidade” como arma ideológica.
 
A acção persecutória de Stalin, supõe-se, que se estendeu a territórios estrangeiros, uma vez que o assassinato de Leon Trótski, então exilado no México é, segundo alguns, encomendado por ele. Por mais que Trotski tomasse todas as providências para proteger-se dos agentes secretos, Ramón Mercader, membro do Partido dos Comunistas da Catalunha, foi para o México e conseguiu ganhar a confiança do dissidente, para executá-lo com um golpe de picareta.
 
Desconfiando de que as reformas económicas que implementou podiam  produzir descontentamento entre a população, Stalin dedicou-se, nos anos 30, a consolidar o seu poder pessoal.
 
Tratou de expulsar toda a oposição política. Se alguém lhe parecesse indesejável desse ponto de vista, ele encarregava-se de desacreditá-lo perante a opinião pública.
 
Em 1934, Sergei Kirov, principal líder do Partido Comunista em Leningrado- e suposto sucessor presuntivo de Stalin - foi assassinado por um anónimo ( muitos consideram até hoje que Stalin não teria sido estranho a este assassinato). Estas práticas correntes utilizadas por ele e seus súbditos ficou conhecida como o "Grande Expurgo".
 
Segundo se sabe decorreu no período entre 1934 e 1938 no qual Stalin concedeu tratamento duro a todos que ele considerasse que “conspiravam” contra o Estado soviético.
 
Um dos principais alvos destas acções era o Exército Vermelho: parte dos seus oficiais com patente superior a major foi presa..
Entre estes, Mikhail Tukhachevsky foi uma das principais vítimas. Sofreu a acusação de ser agente/espião dos alemães. Com base em documentos entregues por Reinhard Heydrich, chefe do Serviço de Segurança das SS, Tukhachevsky foi executado, além de deportar muitos outros para a Sibéria.
 
Depurações
A condenação dos contra-revolucionários nos julgamentos de 1937-38 depois das depurações no Partido, exército e aparelho estatal, tem raízes na história inicial do movimento revolucionário da Rússia.
 
Milhões de pessoas participaram no que acreditavam ser uma batalha contra o tsar e a burguesia. Ao ver que a vitória seria inevitável, muitas pessoas entraram para o partido.
 
 Entretanto nem todos se tornaram bolcheviques porque concordavam com o socialismo.
 
 A luta de classes era tal que muitas vezes não havia tempo nem possibilidades para colocar à prova os novos militantes. Até militantes de partidos “inimigos” dos bolcheviques foram aceites depois do triunfo da revolução. Para grande parte desses novos militantes foram concedidos cargos importantes no Partido, Estado e Forças Armadas, tudo dependendo exclusivamente da sua capacidade individual para conduzir a luta de classes. Eram tempos muito difíceis para o jovem Estadosoviético e a grande falta de comunistas, ou simplesmente de pessoas que soubessem ler, o Partido era obrigado a não fazer grandes exigências no que diz respeito à qualidade dos novos militantes.
 
De todos estes problemas formou-se com o tempo uma contradição que dividiu o Partido em dois campos - de um lado os que queriam ir para frente na luta pela sociedade socialista, de outro lado os que consideravam que ainda não havia condições para realizar o socialismo e que propunha uma política social-democrata.
 
A origem destas últimas ideias vinha de Trotski, um antigo inimigo de Lenin que havia entrado para o Partido em Julho de 1917, ou seja pouco antes da insurreição.
 
Trotski foi com o tempo obtendo apoio de alguns dos bolcheviques mais conhecidos. Esta oposição unida contra os ideais defendidos pelos marxistas-leninistas, eram uma das alternativas na votação partidária sobre a política a seguir pelo Partido, realizada em 27 de Dezembro de 1927.
 
Antes dessa votação foi realizada uma grande discussão durante vários anos e não houve dúvida quanto ao resultado. Dos 725.000 votos, a oposição só obteve 6.000 - ou seja, menos de 1% dos militantes do Partido apoiaram a Oposição trotskista.
 
Deportações
Antes, durante e depois da Segunda Guerra, Stalin conduziu uma série de deportações em grande escala que acabaram por alterar o mapa étnico da União Soviética. Estima-se que entre 1941 e 1949 cerca de 3,3 milhões de pessoas foram deportadas para a Sibéria ou para repúblicas asiáticas. Separatismo, resistência/oposição ao governo soviético e colaboração com a invasão alemã eram alguns dos motivos oficiais para as deportações.
 
Durante o governo de Stalin os seguintes grupos étnicos foram completamente ou parcialmente deportados: ucranianos, polacos, coreanos, alemães, tchecos, lituanos, arménios, búlgaros, gregos, finlandeses, judeus entre outros. Os deportados eram transportados em condições “incríveis”, frequentemente em camiões de gado, milhares de deportados morriam no caminho. Aqueles que sobreviviam eram mandados para Campos de Trabalho Forçado.
 
Em Fevereiro de 1956, no XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética, Nikita Khrushchov condenou as deportações promovidas por Stalin, num relatório secreto.
Nesse momento dá-se início à chamada desestalinização, que, de chofre, engloba todos os partidos comunistas do mundo. Na verdade, esta desestalinização foi a afirmação de que Stalin cometeu excessos graças ao culto à personalidade que fora promovido ao longo da sua carreira política.
 
Para vários autores anticomunistas, esse foi o principal erro de Stalin, porquanto o movimento comunista na URSS deu prosseguimento à prática stalinista sem a figura de Stalin.
 
De facto, a desestalinização não alterou em nada o carácter unipartidário do estado soviético e do poder exercido pelo Partido, pelos seus órgãos de repressão, mas significou também o fim da repressão policial em massa e o retorno e reintegração à vida quotidiana de grande massa de presos políticos e deportados. No entanto a repressão política, muito embora tenha continuado, não atingiu jamais, durante a restante história soviética, os níveis de violência do stalinismo, principalmente porque foi abandonada a prática das purgas internas em massa no Partido.
 
As deportações acabaram por influenciar o surgimento de movimentos separatistas nos estados bálticos, no Tartaristão e na Chechênia, até os dias de hoje.
 
Número de vítimas
Em 1991, com o colapso da União Soviética, os arquivos do governo soviético finalmente foram revelados. Os relatórios do governo continham os seguintes registros:
  • Número de mortos
    • Executados: 800 mil
    • Fome e privações (gulags): 1,7 milhões
    • Trabalhos forçados: 389 mil
      • Total: aproximadamente três milhões
No entanto, alguns historiadores acreditam que o número de vítimas da repressão estalinista não ultrapasse os quatro milhões; outros, porém, acreditam que esse número seja consideravelmente maior. O escritor russoVadim Erlikman, por exemplo, fez as seguintes estimativas:Número de mortos
    • Executados: 1,5 milhão
    • Fome e privações (gulags): cinco milhões
    • Deportados: 1,7 milhão
    • Prisioneiros civis: um milhão
      • Total: aproximadamente nove milhões
Os estudos continuam e alguns pesquisadores, como Robert Conquest acreditam em cerca de vinte milhões de vítimas.
 
 

 

r às 18:18

 

Conforme se pode ler no Jornal Público, a líder do PSD resolveu falar ao País e aos Portugueses…
 
Em situações normais era interessante e importante ouvir o que a líder do principal partido da oposição tem a dizer ao País…
 
Penso que seria relevante perceber, em primeiro lugar, quais as ideias/projectos/reformas que a Drª. Ferreira Leite e o PSD defendem para o País…
 
Seria agradável perceber, analisar e comparar o Pensamento/Visão/Programa Estratégico que o PSD apresenta em comparação com o do Partido Socialista…
 
Era importante que o PSD transmitisse ao País quais dos investimentos públicos anunciados pelo Governo deviam ser cancelados/adiados…
 
Convinha que o PSD informasse o País sobre qual a sua perspectiva sobre o tipo de intervenção económica que o Governo deve ter na economia…
 
Era necessário que o PSD informasse o País sobre qual o Modelo de Segurança Social  e de Saúde que defendem…
 
Era conveniente perceber que medidas preconiza o PSD para combater a insegurança ou o aumento da criminalidade violenta…
 
E muito, muito mais….
 
Mas não!!!!! O que a líder do PSD, Drª. Manuela Ferreira Leite, vem dizer ao País é que o Comício do PS em Guimarães deve ter custado uma fortuna. Pois é, ela definitivamente não se desprende da sua função de fiscalizadora financeira… terá o PS nos seus órgãos directivos tão diligente mandatário Financeiro???? Se calhar não!!! Mas que importância tem isto para o País????? ZERO, NENHUMA!!!!!!
 
O Partido Socialista agradece….

r às 15:39

Setembro 2008
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
12
13

14
15
16
17
18
19
20

21
24
27

28


ARQUIVO
pesquisar
 
subscrever feeds