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Out 07

 

A 18 de Outubro de 1739, morre, em Lisboa, queimado num auto-de-fé levado a cabo pela Inquisição, António José da Silva, dramaturgo e escritor português nascido no Brasil. Embora fosse judeu, teve de se afirmar como Cristão-Novo, devido à perseguição que era feita, na época, a pessoas de religião judaica.

Duas das suas obras mais conhecidas, Anfitrião, de 1736, e Guerras do Alecrim e Manjerona, de 1737...

r às 11:51

Inolvidável... Inebriante... Esfusiante... são estados de alma que em catarse nos enlevam ao mais alto dos sentimentos.

O nascimento de algo que pretendemos que seja sublime apela as emoções mais escondidas mas também mais nobres.

Queremos fazer parte de algo construtivo, calcorreando trilhos de dignidade, de honradez, de probidade, sempre com o espírito de nos podermos aperfeiçoar como seres humanos.

Mas também conhecemos o reverso da medalha, que em bom rigor, se perfila para nos dar a entender que o maniqueismo da vida existe e é uma componente sem a qual porventura a nossa existÊncia teria grandes amargos de boca.

A intriga, a inveja, o egoismo, a sede despudorada pelo poder e pelo dinheiro, a ganância, fazem também parte de cada um de nós, são matéria visivel e iinvisível da nossa essência, desprezá-la é um erro, porque a cada esquina ela espreita mais arguta e sibilina do que nunca, temos que a enfrentar, provavelmente todos os dias para que possamos e saibamos valorizar aquilo que messiânicamente possa contribuir para nos sentirmos bem em comunhão com os outros.

A germinação deste cantinho no computador plantado, e sem contender com o seu criador é porque não também a descarga emocional dos seus postadores.

Aqui deixo hoje a minha.

Um bem hajam e aquele abraço fraterno, caloroso e carcomido pelo tempo

O Prosador

 

 

Prosador às 11:31

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